Um filósofo examina as perguntas e estuda as respostas, perguntando-se porque é que estas têm de ser longas ou curtas, mas simples. Um filósofo pensa livremente, exprime a sua opinião em relação a determinado assunto. Agora quem pensa alto sou eu, e esta é a minha opinião acerca da frase de Olivier Reboul.
Em todos os dias da nossa vida, vamos crescendo e aprendendo connosco e com os outros, tanto nas boas atitudes ou nos erros mais graves. Fazem-nos perguntas, às quais não sabemos responder ou temos uma certa dificuldade em arranjar palavras para a resposta correcta. Mas nós também temos necessidade de perguntar, de procurar, de querer descobrir uma solução às nossas equações do dia-a-dia.
Essas perguntas, são apenas pequenos centímetros do caminho que tentamos percorrer para atingir a chamada perfeição, o ‘tentar ser perfeito’. Enquanto atravessamos a estrada da vida e subimos os graus de dificuldade da mesma, aprendemos a ser mais responsáveis e saberemos pensar melhor nas respostas que poderemos dar a questões que nos possam fazer. E em todas estas etapas, estamos expostos a desafios, sejam eles fáceis ou difíceis. Tal como Esfinge quando desafiou Édipo. Tal resposta era complicada, mas ao mesmo tempo tão óbvia. Quando nos desenvolvemos dentro do ventre da nossa Mãe, sabemos tudo. Quando nascemos, esquecemos o que sabíamos no passado. E o crescimento, faz parte da aprendizagem. É, talvez, esse o sentido da vida, voltar a aprender tudo aquilo que um dia se esqueceu, mas olhá-lo de forma diferente.
Trabalho de Filosofia - Édipo e Esfinge
“Chega sempre um momento em que a criança interroga os seus pais, em que o aluno critica o seu mestre, em que toda uma geração põe em questão a geração que a precedeu. É este o momento da filosofia: quer nós queiramos quer não, estamos colocados entre a espada e a parede. Como Édipo diante da Esfinge, temos que responder ou morrer.” (Olivier Reboul)
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