One boy. Thousand feeling.

Já deviamos ter falado sobre isto à muito tempo, hoje cheguei à conclusão que o período de espera já foi demasiado. Quero saber o que sentes. Porque é que fazes isto. Tu olhas para mim, eu olho para ti e... nada! Eu fico à espera de tudo, de um 'olá', de um 'adeus', nem desprezo tu me dás. Sabes, tu és o meu ponto fraco, serás sempre. Gostava, um dia, de poder chegar a casa e não pensar em ti, de chegar  à escola e não sentir a tua presença e, principalmente, podias fazer o favor de desaparecer da minha vida de vez. Estou cansada, sabes? Eu não vivo sem ti, mas isso só acontece porque eu sei que existes, porque tu vais lá estar sempre que olho para a esquerda ou para a direita. 
Ontem encontrei dois bilhetes escritos por ti, com as palavras mais bonitas que me disseste e em ambos estava explicito "amo-te @ (...) para sempre". Isto ainda me faz chorar! Não porque não é verdade, mas porque não sei se é mentira. Andas às voltas na minha cabeça e nem eu, nem niguém consegue descodificar a situação. 
Eu perdi-me de ti, mas tu perdeste o teu rumo. Poderia ter-te ajudado, mas já é tarde. E de uma maneira ou de outra, eu vou esquecer-te. Já passaram muitos anos, e tenho de começar a pensar em mim. Não te vou desejar felicidades, porque nem isso mereces.

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