o primeiro corte é o que dói mais, o resto é apenas uma acumulação de sentimentos, de lágrimas, de merdas que queremos expulsar. o sangue que já não me corre nas veias está a secar, a minha pele tenta consertar os danos causados pela lâminha afiada que a cortou perto dos pulsos.
foi como um alívio...
mas eu queria mais, eu não ía parar. ía chorar, ía perfurar mais, mais fundo, até o meu cérebro se aperceber do rompimento das minhas veias a libertar o sangue, o sangue sujo. o sangue que sentiu as maõs 'dele'. o sangue que me eu força para o empurrar para trás.
não sei que tipo de pessoa me tornei, mas parece que cheguei ao meu limite. cheguei ao ponto de me cortar, de fazer planos para fugir para sempre.
estou cansada da vida que levo. tenho pena de mim.
gostava de ter mais momentos de felicidade. é isso...
foi como um alívio...
mas eu queria mais, eu não ía parar. ía chorar, ía perfurar mais, mais fundo, até o meu cérebro se aperceber do rompimento das minhas veias a libertar o sangue, o sangue sujo. o sangue que sentiu as maõs 'dele'. o sangue que me eu força para o empurrar para trás.
não sei que tipo de pessoa me tornei, mas parece que cheguei ao meu limite. cheguei ao ponto de me cortar, de fazer planos para fugir para sempre.
estou cansada da vida que levo. tenho pena de mim.
gostava de ter mais momentos de felicidade. é isso...
Sem comentários:
Enviar um comentário